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Leandra Leal critica canetas emagrecedoras e influenciador rebate

Leandra Leal critica canetas emagrecedoras e influenciador rebate
Leandra Leal criticou as canetas emagrecedoras e Jorge Bentes respondeu defendendo o tratamento da obesidade com acompanhamento.

Uma declaração de Leandra Leal abriu espaço para um debate sobre o uso das chamadas canetas emagrecedoras. A atriz refletiu sobre pressão estética, aceitação do corpo e o crescimento do uso desses medicamentos. Então, a atriz relacionou a popularização das canetas emagrecedoras ao aumento da cobrança por um padrão corporal.

“O meu corpo é minha fonte de vida e minha fonte de prazer. E isso é incrível, então eu comecei a me sentir bem com o meu corpo. E aí foi muito doido porque eu até me permiti engordar. Mas é uma pressão, né? E agora, com as canetas emagrecedoras, é tipo uma coisa louca, né? Realmente a gente está vivendo um retrocesso disso também”, disse ela ao “Sem Censura”

A declaração ganhou repercussão nas redes sociais e motivou uma resposta do influenciador Jorge Bentes, conhecido pelo perfil “Eu Cansei de Ser Gordo”. Embora tenha demonstrado concordância com a preocupação da atriz em relação à pressão estética, ele afirmou que o debate não deve responsabilizar medicamentos utilizados no tratamento da obesidade.

“Primeiro, eu quero dizer que eu sou fã da Leandra Leal e que essa entrevista foi fantástica. Mas eu preciso fazer uma correção na sua fala, Leandra. A gente não pode culpar um medicamento que está ajudando milhares de brasileiros a controlar uma doença que não tem cura, chamada obesidade”, disse logo de cara.

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Um post compartilhado por Jorge Bentes || Emagrecimento real (@eucanseidesergordo)

-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;”>Um post compartilhado por Jorge Bentes || Emagrecimento real (@eucanseidesergordo) Jorge culpa comportamento ruim das pessoas

“A culpa, Leandra, é de quem usa essa medicação sem recomendação médica, para emagrecer três ou cinco quilos para entrar em um vestido. A culpa é do paciente que usa sem passar no médico, sem prescrição médica, sem saber a origem do que ele está comprando”, explicou ele.

“Não pode colocar culpa na medicação senão a gente cai no estigma que atrapalha muito a luta da pessoa com obesidade, que durante anos não teve uma medicação realmente eficaz para controlar essa doença, que é uma doença dificílima de lidar diariamente”, disparou em seguida.

“Então é só essa pequena correção que eu quero que você entenda. E outras pessoas também. A gente não pode estigmatizar e colocar a culpa na caneta”, concluiu Jorge Bentes, por fim.

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