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Pai é condenado por estuprar a própria filha de 12 anos em Igrejinha abc+

Pai é condenado por estuprar a própria filha de 12 anos em Igrejinha abc+
Crimes aconteceram enquanto vítima passava períodos na residência do agressor, em função da guarda compartilhada

*Alerta: Esta reportagem aborda violência sexual contra criança. Se você é sensível ao tema, pode despertar gatilhos. Veja abaixo como denunciar.

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Um homem foi condenado na terça-feira (25) por estuprar a própria filha em Igrejinha, no Vale do Paranhana. Ele recebeu sentença de 16 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado. Também foi fixada indenização mínima de R$ 30 mil por danos morais, considerando o sofrimento psíquico sofrido pela vítima.

Na época dos crimes, que aconteceram entre 2017 e 2018, a vítima tinha 12 anos e passava períodos na residência do pai, em razão da guarda compartilhada.

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Violência contra criança Foto: Pexels

A Justiça considerou comprovadas a materialidade e a autoria do crime. Entre as provas consideradas estão depoimentos colhidos durante a instrução, documentos produzidos na fase policial e uma avaliação psíquica realizada por perita do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

Conforme a sentença da magistrada Fernanda Rezende Spenner, a avaliação apontou sofrimento psíquico relacionado aos fatos e considerou o relato da vítima compatível com critérios técnicos de credibilidade.

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A defesa apresentou argumentos pela absolvição e questionou a credibilidade do relato, inclusive alegando possível influência de conflitos familiares. As teses foram rejeitadas.

Na fixação da pena, a magistrada considerou a gravidade da conduta e os motivos do crime. Também levou em conta a idade da vítima e o fato de o condenado ser seu pai, aplicando o aumento de pena previsto para crimes praticados por ascendente.

Publicidade Como denunciar abuso sexual infantil

Para denunciar abuso sexual infantil, seja pela internet ou não, casos de pornografia ou pedofilia, é importante denunciar. Isso pode ser feito pelos seguintes canais:

Disque 181; Divisão Especial da Criança e do Adolescente (DECA) da Polícia Civil: (55) 98454-1004 ? WhatsApp; Delegacia online da Polícia Civil: www.delegaciaonline.rs.gov.br; E-mail da DECA da Polícia Civil: dpgv-deca-denuncias@pc.rs.gov.br;  Polícia Federal: www.dpf.gov.br; SaferNet: www.denunciar.org.br.

Se tiver acesso a imagens ou textos de pornografia infantil ou pedofilia: anote os dados de e-mail, número de IP e quaisquer outros detalhes que conseguir para encaminhar junto à denúncia.

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Quanto mais rápida for feita a denúncia, maiores as chances de as investigações chegarem aos suspeitos.

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