Resumido por Omeloton IA:
Satélites, radares e boias marítimas detectam a formação de mais um El Niño no Oceano Pacífico em direção à América do Sul. Cientistas da USP e do Cemaden indicam tendência de intensidade moderada a forte, com 90% de probabilidade segundo a OMM.
O fenômeno pode agravar secas no Norte e Nordeste do Brasil e aumentar chuvas no Sul durante a primavera, além de elevar o risco de queimadas e ondas de calor. O aquecimento global intensifica os impactos do El Niño, tornando-os mais severos mesmo que o fenômeno não seja extremo.
O episódio mais recente (2023-2024) esteve entre os 5 mais intensos já registrados. Autoridades monitoram o cenário, mas pesquisadores alertam que a preparação ainda é insuficiente diante das mudanças climáticas.