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Polícia prende 7 por descontos irregulares em contas no BRB

Polícia prende 7 por descontos irregulares em contas no BRB
Operação mira suspeita de débitos sem autorização em benefícios de aposentados e pensionistas do GDF. Leia no Poder360.

A PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) prendeu 7 pessoas nesta 3ª feira (23.jun.2026) em operação contra um suposto esquema de descontos associativos não autorizados em contas de aposentados e pensionistas do Governo do Distrito Federal no BRB (Banco de Brasília).

Segundo as jornalistas Michele Mendes e Marcella Rodrigues, do g1, os investigadores identificaram descontos irregulares em 3,5 mil contas.

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A Operação Parasitas cumpriu 4 mandados de prisão temporária, 3 de prisão preventiva e 10 de busca e apreensão em Brasília, Belo Horizonte e Igaratinga (MG). Os nomes dos alvos não foram divulgados. Segundo o jornalista Guilherme Grandi, da Gazeta do Povo, o prejuízo estimado passa de R$ 5 milhões.

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As investigações indicam que associações usavam contratos para autorizar débitos automáticos sem comprovação adequada da concordância dos beneficiários desde 2024. Em vários casos analisados pela polícia, aposentados e pensionistas afirmaram nunca ter autorizado os descontos.

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Segundo a PCDF, 3 servidores do BRB presos nesta 3ª feira teriam participado da operacionalização dos descontos e da manutenção da estrutura usada para arrecadar os valores. A polícia afirma que os investigados entravam em contato com aposentados e apresentavam transcrições falsas de ligações para simular autorização dos débitos.

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A operação é conduzida pela Corf (Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes).

O Poder360 procurou o BRB por e-mail para perguntar se gostaria de se manifestar. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso haja manifestação.

Na 6ª feira (19.jun.2026), o MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) e a PCDF realizaram outra operação relacionada ao BRB. A ação, chamada Juros Zero, mirou descontos irregulares na folha de pagamento de servidores do GDF e teve, entre os alvos, o PicPay, a Secretaria de Economia do DF e a Associação dos Servidores Públicos do DF. Não há relação entre essa investigação e a operação desta 3ª feira.

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