Um organograma apreendido pela Polícia Civil de São Paulo cita uma pessoa identificada apenas como ?Mário? como sócia da Go Up Entertainment nos Estados Unidos, produtora de ?Dark Horse?, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A informação foi publicada pelo UOL neste domingo (13.set.2026).
O documento foi recolhido durante a operação Wi-Fi Livre SP, que investiga suspeitas de irregularidades em um contrato de mais de R$ 100 milhões firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o ICB (Instituto Conhecer Brasil), presidido por Karina Ferreira da Gama. Ela também é sócia da Go Up Entertainment no Brasil.
publicidade Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-seNo organograma, ?GOUP BR? aparece ligada a ?GOUP USA?. Abaixo da empresa norte-americana, há uma seta com a inscrição ?sócio Mário?. O material também menciona Karina, o ICB, a Academia Nacional de Cultura e termos como ?contrato social?, ?distribuição?, ?lucro? e ?eleição?.
publicidade publicidadeOs autos não identificam quem elaborou o documento nem informam o sobrenome do ?Mário? citado. Segundo o UOL, o material aparece entre itens atribuídos ao ?local 03?, endereço relacionado a Karina na Brasilândia, zona norte de São Paulo.
Oficialmente, Michael Davis consta como sócio da Go Up nos Estados Unidos. Mário Frias (PL-SP), por sua vez, é roteirista e produtor-executivo de ?Dark Horse? e mantém relações com Karina e entidades administradas por ela.
Reprodução INVESTIGAÇÃOFrias e Karina foram alvos na 5ª feira (10.set) de uma operação que investiga desvios de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. A PF identificou conexões financeiras entre a produtora de ?Dark Horse? e empresas que receberam recursos do ICB em projetos financiados por emendas de Frias.
publicidadeA investigação sobre o ICB começou a partir de suspeitas relacionadas ao contrato para instalação e manutenção de pontos de wi-fi em São Paulo. O caso passou a incluir conexões com ?Dark Horse? e com recursos destinados à produção do longa.
O filme também é investigado em outra frente relacionada ao dinheiro enviado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar a produção. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, já declarou ter pedido recursos a Vorcaro para o projeto.
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