oMelhor.Net

Escritório inglês de vítimas de Mariana é alvo de ações trabalhistas

Escritório inglês de vítimas de Mariana é alvo de ações trabalhistas
Funcionários que faziam atendimento de clientes do Pogust Goodhead sobre processo em Londres ficam sem salários. Leia no Poder360

Resumido por Omeloton IA:

## Resumo do caso Pogust GoodheadO escritório de advocacia Pogust Goodhead, baseado em Londres, enfrenta diversos processos judiciais no Brasil, principalmente ações trabalhistas relacionadas à barragem de Fundão em Mariana (MG). A empresa, que representa as vítimas de Mariana em um processo no Reino Unido, também está envolvida em ações contra a própria empresa no Brasil, onde a Pogo, empresa intermediária, alega que o Pogust Goodhead deixou de pagar por serviços prestados.

A Pogo, que possui 50 funcionários em centros de atendimento em diversas cidades, também alega que o Pogust Goodhead está em processo de reestruturação financeira, com investimentos de US$ 85 milhões da gestora de fundos Gramercy. O Ministério Público e outras partes ajuizaram uma ação civil pública contra o Pogust Goodhead por cláusulas ilegais em contratos com as vítimas de Mariana e por publicidade abusiva.

A Justiça Federal determinou que o Pogust Goodhead deve publicar esclarecimento sobre a publicidade abusiva e pagará multa diária de R$ 50.000 caso não cumpra a decisão. A ação também inclui a BHP e a Vale como assistentes. O caso envolve a responsabilidade da BHP pela ruptura da barragem de Fundão em 2015, e o Pogust Goodhead representa as vítimas em um processo no Reino Unido.

A Samarco, que era a responsável pela barragem, reabriu o PID (Programa de Indenização Definitivo) em maio de 2026, com um novo prazo até 1º de julho de 2026.