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Trump confirma ida à cúpula do G7 e pode se encontrar com Lula

Trump confirma ida à cúpula do G7 e pode se encontrar com Lula
Cúpula será de 15 a 17 de junho, na França petista quer discutir tarifas propostas pelos EUA contra o Brasil. Leia no Poder360

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), confirmou nesta 4ª feira (3.jun.2026) que participará da cúpula do G7, na França, de 15 a 17 de junho. O Brasil será representado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os 2 líderes podem se encontrar pela 1ª vez depois de os EUA proporem tarifas adicionais sobre produtos brasileiros importados.

Trump anunciou a viagem em seu perfil na Truth Social. O norte-americano dedicou a maior parte da mensagem ao Campeonato Mundial do UFC, que será realizado no gramado da Casa Branca em 14 de junho, um dia antes da cúpula.

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“Irei à cúpula do G7, na França, imediatamente após o que será uma das noites mais memoráveis da história americana: as lutas”, escreveu.

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O Brasil não integra o grupo das 7 maiores economias do mundo, mas recebeu convite do anfitrião do evento, o presidente francês, Emmanuel Macron.

Nesta 4ª feira (3.jun.2026), Lula disse querer se reunir com Trump para discutir as taxas. O petista declarou, durante reunião ministerial, que pretende enviar uma carta ao presidente norte-americano e que o Brasil “não pode aceitar” o tratamento dispensado pelos Estados Unidos.

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O formato do eventual encontro ainda é discutido dentro do governo brasileiro. Não há confirmação de telefonema entre os presidentes nem de reunião bilateral durante a cúpula do G7.

PROPOSTAS DE TAXAS DOS EUA

Depois de impor uma tarifa de 25% a uma ampla lista de produtos brasileiros, o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou na noite de 3ª feira (2.jun.2026) a conclusão de investigações comerciais conduzidas pela USTR (Representante Comercial dos EUA) que propõem a adoção de tarifas adicionais de 12,5% sobre importações de 59 países, incluindo o Brasil, e a União Europeia por “falha no combate ao uso de trabalho forçado em cadeias produtivas”. Leia a íntegra do documento, em inglês (PDF – 4 MB).

Essas novas tarifas ainda não estão em vigor. São propostas apresentadas pelos Estados Unidos e poderão passar a valer a partir de julho, depois de audiências e consultas públicas.

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As apurações foram conduzidas sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento usado pelo governo norte-americano para investigar práticas consideradas prejudiciais ao comércio dos EUA. Segundo a USTR, órgão do governo americano responsável por desenvolver e coordenar a política de comércio exterior dos EUA, os países investigados não teriam adotado medidas suficientes para impedir a circulação de produtos ligados ao trabalho forçado ou para reforçar mecanismos de fiscalização.

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