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Lula usará discurso na ONU para defender cooperação contra o crime

Lula usará discurso na ONU para defender cooperação contra o crime
Na abertura da assembleia, presidente se posicionará contra a interferência externa em assuntos domésticos. Leia no Poder360.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mencionará a cooperação internacional como ferramenta do governo para o combate ao crime organizado durante discurso em 22 de setembro, que abre a 81ª Assembleia da Organização das Nações Unidas, em Nova York. O petista também deve pedir o fim da interferência estrangeira em assuntos nacionais e exaltar o multilateralismo.

Segundo o Itamaraty, o presidente falará em “esforços” do governo para garantir a cooperação internacional, incluindo uma série de acordos bilaterais com países vizinhos e com os Estados Unidos. Além disso, a delegação brasileira irá apresentar a negociação preliminar de um protocolo para o combate a crimes ambientais durante a participação na ONU.

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Na 3ª feira (15.set.2026), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse que o governo Lula falhou em enfrentar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) e afirmou que as duas organizações transformaram o país em um “centro de distribuição global de cocaína”.

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Não há perspectiva de um encontro bilateral entre os líderes, mas há possibilidade de que ambos se encontrem espontaneamente durante a abertura da Assembleia –Lula será o 1º a discursar, seguido de Trump. Foi nesse contexto que eles se encontraram pela 1ª vez em 2025.

Lula deve se reunir com o secretário-geral da ONU, António Guterres, em 22 de setembro, com quem discutirá a reforma no Conselho de Segurança da organização. Há também a possibilidade de um encontro com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani (Partido Democrata).

VIAGEM DE LULA

O presidente chega em Nova York em 20 de setembro e retorna ao Brasil em 22 de setembro, mesmo dia da abertura do evento. Será representado pelo chanceler Mauro Vieira nas agendas restantes.

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Lula viaja com uma comitiva menor que a dos anos anteriores. Eis os ministros que viajam com o presidente:

Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos); Luiz Eloy Terena (Povos Indígenas); Rachel Barros (Igualdade Racial). publicidadeTodo conteúdo