O governo federal, em parceria com o setor financeiro, lançou nesta 4ª feira (3.dez.2025) o Plano de Ação Conjunto para o Combate a Fraudes Bancárias Digitais.
O lançamento foi realizado no Ministério da Justiça e contou com a presença do ministro Ricardo Lewandowski. Os presidentes da FIN (Confederação Nacional das Instituições Financeiras), Cristiane Coelho, da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Isaac Sidney, e da Zetta, Eduardo Lopes, também participaram.
publicidade publicidade Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-seLewandowski declarou durante o lançamento que os crimes aumentaram por causa do atual mundo digital. “O crime deixou de ser local e também nacional e passou a ser global”.
publicidade“Hoje, o fenômeno da criminalidade se equipara, em termos globais, com aquecimento climático, com as guerras regionais, as crises financeiras recorrentes, com as pandemias, com o próprio terrorismo”, afirmou o ministro.
O presidente da Febraban, Isaac Sidney, disse que o sistema financeiro “não é um laboratório” e por isso, em relação à segurança, precisa de comando estatal.
publicidade publicidadeA Aliança de Combate a Fraudes Digitais Bancárias foi desenhada para combater a fraude de forma ampla e integrada: desde a prevenção e educação do consumidor, passando pela detecção e resposta rápida, até a repressão e recuperação de ativos.
As iniciativas são:
aprimoramento dos processos de prevenção a fraudes e golpes; intensificação do combate e repressão contra crimes de fraudes e golpes; compartilhamento e tratamento de dados e informações; capacitação de agentes, de organizações privadas e da população; tratamento e cuidados às vítimas; conscientização da população para prevenção.A articulação reúne, do lado público, o Ministério da Justiça, o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o Banco Central do Brasil, a Receita Federal e a PF (Polícia Federal), entre outros órgãos federais. Do lado privado, além de FIN e Febraban, participam associações representativas de bancos, instituições de pagamento, empresas de tecnologia, organizações de crédito, empresas de cartões e meios digitais.
“O que de melhor tem a iniciativa é essa aliança nacional, que envolve órgãos do Estado, sobretudo as nossas entidades de natureza financeira, o setor privado, e a sociedade de modo geral”, afirmou Lewandowski.
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