O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou, na noite de 3ª feira (8 .set.2026), a atuação da Polícia Federal sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a comparou à Gestapo.
A Gestapo foi a polícia política e secreta do regime nazista de Adolf Hitler na Alemanha entre 1933 e 1945, conhecida por perseguir opositores e minorias.
publicidade Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-seAo compartilhar uma publicação do jornalista Cláudio Dantas, acompanhada de uma imagem em que aparecem o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República Paulo Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Flávio declarou: “Os dias dessa gestapo do Lula estão contados. A PF do Brasil voltará a ser respeitada!”.
publicidade publicidadeA declaração foi uma reação a uma reportagem de Dantas sobre uma petição sigilosa formulada pelo advogado Michael Cunha, representante da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). O documento acusa investigadores da PF de extrapolarem suas prerrogativas legais durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão realizado em 4 de agosto no escritório do advogado Willer Tomaz.
Embora a diligência —autorizada pelo ministro André Mendonça na operação Sem Desconto, que apura irregularidades envolvendo o senador Weverton Rocha (PDT-MA) e o Banco Master— tivesse alvos específicos, os agentes teriam direcionado o foco das buscas para a coleta de papéis, registros e comprovantes financeiros ligados a Flávio, que não figura como investigado nessa causa.
A denúncia afirma que a PF desrespeitou o sigilo profissional dos advogados e ignorou os alertas da OAB durante a ação. Os agentes teriam usado celulares pessoais para fotografar documentos privados e enviá-los por mensagem, o que foi classificado como uma tentativa ilegal de buscar provas contra o senador fora da investigação autorizada.
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