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Caiado ironiza Flávio por não divulgar contas de “Dark Horse”

Caiado ironiza Flávio por não divulgar contas de “Dark Horse”
Senador havia prometido detalhar os gastos do filme em até 30 dias agora, afirma que os documentos estão em um processo. Leia no Poder360.

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) ironizou nesta 5ª feira (20.ago.2026) o adversário Flávio Bolsonaro (PL) e cobrou a divulgação da prestação de contas de “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A manifestação se deu depois de Flávio classificar o caso como “página virada”.

Caiado se referiu à promessa feita por Flávio em 19 de maio de 2026 de que a produtora apresentaria, em até 30 dias, os gastos da produção. O prazo terminou em 18 de junho.

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“O Brasil continua esperando a prestação de contas que o Flávio prometeu entregar depois de admitir o que negava… que pediu e recebeu uma dinheirama do Vorcaro”, escreveu Caiado em seu perfil do X.

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Durante compromisso de campanha em São Paulo nesta 5ª feira (20.ago), Flávio afirmou que a prestação de contas havia sido feita, anexada a um processo e posteriormente vazada. Também declarou que o caso “Dark Horse” é “página virada”.

O CASO

Reportagem do jornal digital Intercept Brasil afirmou que Flávio negociou US$ 24 milhões com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para financiar a cinebiografia de Jair Bolsonaro. O valor correspondia a R$ 134 milhões na época.

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Segundo o site, Vorcaro se comprometeu a fazer 14 pagamentos, mas repassou US$ 10,6 milhões, equivalentes a R$ 61 milhões, de fevereiro a maio de 2025.

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Flávio primeiro negou ter pedido os recursos. Depois, confirmou que solicitou dinheiro a Vorcaro e afirmou que os valores foram usados integralmente na produção.

Segundo o Intercept Brasil, a Entre Investimentos e Participações intermediou a operação e transferiu os recursos para o Havengate Development Fund LP, fundo sediado no Texas, nos Estados Unidos. Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro (PL), é citado como um dos agentes do fundo.

Uma notícia-crime apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) ao STF (Supremo Tribunal Federal) pede a investigação da origem e do destino dos recursos. O pedido cita Flávio, Eduardo e Jair Bolsonaro. O ministro Edson Fachin encaminhou o caso ao ministro André Mendonça, relator de outros procedimentos relacionados ao tema.

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