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Óleo cru e soja puxam saldo comercial em agosto

Óleo cru e soja puxam saldo comercial em agosto
Exportações impulsionadas pelo faturamento com matérias-primas elevam o superavit de agosto para US$ 7,39 bi. Leia no Poder360.

As exportações de óleos brutos de petróleo e de soja garantiram um superavit comercial de US$ 7,39 bilhões para o Brasil apenas em agosto de 2026. No acumulado do ano, as vendas de petróleo saltaram 23,8% e os embarques de soja cresceram 15,2%. A corrente de comércio do país foi a US$ 58,92 bilhões no mês.

A publicação das estatísticas mensais foi feita pelo Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), nesta 6ª feira (4.set.2026). Eis a íntegra (PDF – 267 kB).

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Em agosto de 2026, as exportações totais brasileiras alcançaram US$ 33,16 bilhões. O aumento foi de 12,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. As importações ficaram em US$ 25,76 bilhões. O crescimento das compras no exterior atingiu a marca de 9,2%. A corrente de comércio mensal teve uma expansão de 10,9%.

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As vendas do setor de indústria extrativa cresceram 16,4% no mês de agosto. O faturamento com óleos brutos de petróleo foi a US$ 4,82 bilhões no período. Os minérios de cobre e seus concentrados tiveram uma alta ainda mais expressiva, de 223,1% no mês, com vendas de US$ 975 milhões.

A agropecuária avançou 11,4% em agosto. O destaque central do setor foi a soja. A comercialização da commodity rendeu US$ 4,41 bilhões, um acréscimo mensal de 14,0%. O café não torrado contribuiu de forma positiva, com aumento de 24,1% e vendas de US$ 1,09 bilhão.

Na indústria de transformação, a carne bovina fresca teve recuo em agosto. A proteína liderou o faturamento da categoria no ano. As exportações do produto no acumulado de 2026 cresceram 22,3%. A receita foi a US$ 11,74 bilhões de janeiro a agosto.

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A China foi o destino mais forte para as matérias-primas do Brasil. O país asiático comprou US$ 8,34 bilhões no mês de agosto. No acumulado do ano, a aquisição chinesa chegou a US$ 77,07 bilhões, uma expansão de 15,0%. O mercado chinês concentrou a maior demanda pelas exportações brasileiras ao longo de 2026.

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