A MRV Engenharia e Participações S.A. divulgou nesta 5ª feira (13.ago.2026) os resultados do 2º trimestre de 2026. O destaque foi a margem bruta de 31,2% na operação de incorporação no Brasil, o maior nível dos últimos 7 anos.
O grupo MRV&CO gerou R$ 467 milhões em caixa no 1º semestre, impulsionado pela venda de ativos e pela melhora operacional. Na operação de incorporação no Brasil, as receitas chegaram a R$ 10,8 bilhões e as vendas líquidas, a R$ 10,3 bilhões nos últimos 12 meses, ambos recordes. Eis a íntegra (PDF ? 5 MB).
publicidade Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-se publicidade publicidadeA unidade, focada na incorporação no Brasil, é o principal motor de crescimento do grupo e alcançou patamares recordes de escala enquanto a companhia avança no plano de simplificação e desinvestimento em outras subsidiárias.
DESALAVANCAGEM E SIMPLIFICAÇÃOA estratégia da companhia no período foi baseada em 3 frentes: simplificar, criar caixa e destravar valor:
publicidade Resia (EUA): anunciou a venda de ativos que totalizam US$ 401 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) em 2026. A conclusão das transações deve reduzir a dívida líquida da MRV&CO em R$ 1,5 bilhão; Luggo: assinou um memorando de entendimento para a venda de 3 empreendimentos prontos por R$ 166 milhões; Urba: a subsidiária de loteamentos registrou o maior volume de vendas para um 2º trimestre em sua história, com R$ 127 milhões, alta de 50,5% ante o 2º trimestre de 2025. PRODUÇÃO MÉDIAA MRV Incorporação, que reúne as marcas MRV e Sensia, manteve uma produção média de 170 apartamentos por dia útil. A receita líquida da unidade nos últimos 12 meses foi de R$ 10,8 bilhões.
publicidade publicidadeO EBITDA (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) somou R$ 2,1 bilhões no período. Já a margem bruta foi de 31,2%.
ENDIVIDAMENTONa operação brasileira, a relação entre dívida líquida e EBITDA anualizado caiu para 1,08 vez, ante 1,98 vez no 2º trimestre de 2024.
publicidadeO resultado da Resia no trimestre foi afetado por US$ 110 milhões em impairments (perdas por desvalorização de ativos), relacionados ao processo de venda acelerada de empreendimentos antes da estabilização.
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