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Governo adia crédito do Move Brasil para entregadores para 27 de julho

Governo adia crédito do Move Brasil para entregadores para 27 de julho
Ministério afirma que adiamento se deu para concluir testes nos sistemas envolvidos na operação do programa . Leia mais no Poder360.

O MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) adiou para 27 de julho o início da concessão da linha de crédito do programa Move Brasil destinada a mototaxistas, motofretistas e entregadores por aplicativo. A data inicial era 13 de julho. A mudança foi anunciada pelo governo nesta 6ª feira (10.jul.2026).

Segundo o Ministério, a alteração no cronograma foi necessária para concluir testes tecnológicos e operacionais dos sistemas que darão suporte ao programa. A pasta afirmou que o objetivo é assegurar a segurança e a estabilidade das operações. O MDIC não detalhou quais plataformas estão em fase de testes.

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“O ajuste no cronograma foi necessário para a finalização de testes tecnológicos e operacionais entre os sistemas envolvidos, com o objetivo de garantir segurança e estabilidade no atendimento aos trabalhadores”, afirmou o Ministério.

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Com o novo calendário, trabalhadores que já tiveram o cadastro aprovado e aguardavam a abertura das operações de financiamento junto às instituições financeiras públicas deverão aguardar até a nova data para solicitar o crédito na Caixa Econômica Federal e em outros bancos credenciados.

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A aprovação no programa, no entanto, não garante a contratação do financiamento, que continuará sujeita à análise de crédito realizada por cada instituição financeira.

LINHA DE CRÉDITO

A linha de crédito do programa Move Brasil Entregadores e Motoapp foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 12 de junho. A iniciativa dispõe de R$ 2,5 bilhões para financiar a compra de um veículo zero-quilômetro por beneficiário. Podem participar entregadores de aplicativos, mototaxistas e motofretistas que utilizam motocicletas ou bicicletas para trabalhar.

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O financiamento contempla bicicletas elétricas, motos elétricas, motonetas, ciclomotores e motocicletas flex de até 160 cilindradas produzidas no Brasil. As operações têm prazo de até 48 meses, carência de 2 meses para o início do pagamento e garantia do FGO (Fundo Garantidor de Operações).

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