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Custo da construção sobe 0,44% em agosto, diz IBGE

Custo da construção sobe 0,44% em agosto, diz IBGE
Alta mantém mesmo ritmo registrado em julho custo por metro quadrado chegou a R$ 1.993,76. Leia no Poder360.

O custo nacional da construção civil subiu 0,44% em agosto, mesma variação registrada em julho, segundo o Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta 6ª feira (11.set.2026). Eis a íntegra (PDF ? 381 kB).

Com o resultado, o índice acumula alta de 5,41% no ano e de 7,03% em 12 meses.

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O custo médio por metro quadrado passou de R$ 1.985,10 em julho para R$ 1.993,76 em agosto. Desse total, R$ 1.124,06 correspondem aos materiais e R$ 869,70 à mão de obra. A variação acumulada em 12 meses desacelerou ante o período anterior, quando estava em 7,40%.

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Os preços dos materiais subiram 0,35% em agosto, abaixo dos 0,48% registrados em julho. A parcela acumula alta de 4,24% no ano e de 5,65% em 12 meses.

Já a mão de obra teve alta de 0,55%, ante 0,39% em julho. O IBGE atribuiu o resultado a acordos coletivos firmados no período. Em agosto de 2025, a mão de obra havia subido 1,18%.

No acumulado de 2026, a mão de obra registra alta de 6,95%. Em 12 meses, o avanço é de 8,88%, acima da variação dos materiais.

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A Região Sul registrou a maior alta entre as regiões em agosto, de 1,15%, influenciada pelos reajustes nas categorias profissionais do Paraná. O Estado teve alta de 2,25% no mês.

O Centro-Oeste apresentou avanço de 0,87%, seguido pelo Norte (0,85%), Nordeste (0,19%) e Sudeste (0,18%).

Entre os Estados, o Amazonas teve a maior alta, de 2,67%, também influenciada por reajuste definido em acordo coletivo. Mato Grosso do Sul teve avanço de 2,34%, enquanto o Paraná registrou alta de 2,25% e o Distrito Federal, de 2,11%.

No acumulado do ano, o Centro-Oeste tem a maior alta regional, de 8,74%, seguido pelo Nordeste (7,98%), Norte (6,73%), Sudeste (6,27%) e Sul (6,18%). Em 12 meses, a maior variação é do Nordeste (6,53%), seguido pelo Centro-Oeste (5,93%), Sul (5,40%), Norte (5,20%) e Sudeste (4,50%).

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