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Documentário de Bruno Barreto revisita governo Temer

Documentário de Bruno Barreto revisita governo Temer
Exibição restrita a convidados será na 6ª feira 26.jun a estreia da produção nos cinemas está prevista para o 2º semestre. Leia no Poder360.

O diretor Bruno Barreto lança na 6ª feira (26.jun.2026) o documentário “963 Dias”, sobre o período do ex-presidente Michel Temer (MDB) no comando do Palácio do Planalto.

A exibição ocorrerá no cinema do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, e é restrita a convidados. O filme deve estrear nos cinemas no 2º semestre.

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O documentário reconstrói o governo Temer a partir de cerca de 40 entrevistas. Os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), são alguns dos entrevistados para o filme.

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Segundo Barreto, o documentário é “um estudo de caso sobre o último governo não polarizado, que buscou consenso e procurou trazer a complexidade de volta para a política”.

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O diretor brasileiro dirigiu produções famosas como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e “O Que É Isso, Companheiro?”. 

O documentário sobre o governo Temer tem trilha sonora do compositor argentino Federico Jusid.

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Temer assumiu a Presidência da República de forma definitiva em 31 de agosto de 2016, após o Senado aprovar o impeachment de Dilma Rousseff (PT). Vice-presidente eleito na chapa de Dilma em 2014, ele já ocupava o cargo interinamente desde 12 de maio de 2016, durante o afastamento da petista.

Seu governo, que se estendeu até 1º de janeiro de 2019, foi marcado por uma agenda de reformas econômicas, incluindo a aprovação do teto de gastos e da reforma trabalhista, em meio a esforços para recuperar a economia após uma prolongada recessão e crise política.

A posse de Temer foi alvo de críticas do PT e de movimentos de esquerda, que classificaram o impeachment como um “golpe”, sob o argumento de que não houve crime de responsabilidade que justificasse a destituição da presidente. Já os defensores do processo sustentaram que o impeachment seguiu os ritos previstos na Constituição.

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