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Artur Lemos Júnior O saneamento e a hipocrisia ambiental

Artur Lemos Júnior O saneamento e a hipocrisia ambiental
Avanço no tratamento de esgoto depende de capital, regulação e metas claras de expansão. Leia o artigo no Poder360

Resumido por Omeloton IA:

Minas Gerais está conduzindo a etapa decisiva da desestatização da Copasa, uma operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilhar aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

É o 3º grande movimento estadual em 3 anos, e cada novo capítulo torna mais difícil tratar o tema como controvérsia ideológica. É política pública. Os números do Rio Grande do Sul oferecem o melhor parâmetro disponível para o que se descortina em Minas.

Quando ainda era pública, a Corsan investia cerca de R$ 500 milhões por ano e operava com cobertura de coleta e tratamento de esgoto pouco superior a 20% – patamar incompatível com a dignidade que se cobra de um serviço essencial.