Nos anos 1970, a falta de liberdade no Brasil contrastava com 2 paraísos, um do outro lado do Atlântico, a Albânia, outro ali na América Central, Cuba, liderados por 2 deuses mandados ao planeta: os camaradas Enver Hoxha e Fidel Castro. #SQN.
O inimigo do povo era Tio Sam, a encarnação do mal mesmo sendo só um desenho. Minha discordância de adolescente se intensificava aí, pois continuava muito fã do cinema e da música dos Estados Unidos, como permaneço.
publicidade Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-seHoxha, de 1944 a 1985, e Fidel, de 1959 a 2008, foram os déspotas típicos, com dedicação absoluta e exclusiva ao extermínio de adversários e aliados, perseguição e censura. Estatizaram o tesouro alheio, do qual eram amigos.
publicidade publicidadeHoxha está no inferno há 41 anos e Fidel, há uma década, que será completada no próximo 25 de novembro. É a chance de o presidente Donald Trump antecipar em 1 mês o Natal que Fidel negou aos cubanos. Está na hora de agir como fez ao livrar a Venezuela de Nicolás Maduro, ir a Havana, içar o tirano Miguel Díaz-Canel e levá-lo para conhecer outros pontos da ilha de Manhattan, administrada atualmente por um prefeito comunista de sua estirpe.
Trump necessita reerguer suas taxas de aprovação e, quanto mais cedo prender o sucessor dos irmãos Castro, melhor para os cubanos. Pode usar o exemplo de outra paixão de Fidel, Hugo Chávez, que começou a série de mudanças da data em homenagem ao nascimento do Cristo. Em 2013, adiou para novembro. Mas novembro está longe demais na visão dos que sofrem na ilha. Que tal no mês das eleições brasileiras?
Maduro, que herdou de Chávez os escombros venezuelanos e os transformou em resíduos tóxicos, havia imposto o Natal a 1º de outubro. Olha a data linda para os Estados Unidos capturarem Díaz-Canel, que afirma estar esperando o voo na águia até Nova York, não para discursar na Assembleia das Nações Unidas, mas para pagar pelos absurdos.
publicidadeTrump já tirou do poder, além de Joe Biden/Kamala Harris (no voto) e Maduro (em helicóptero), o aiatolá Ali Khamenei (na bala), que a partir do Irã aprontava no Oriente Médio. Treinou. É a hora de jogar, até porque a tentativa anterior, em abril de 1961, terminou em 7 a 1. A CIA passou quase 1960 inteiro (Governo Eisenhower) formando anticastristas cubanos, juntou 1.300, transportou-os para a Baía dos Porcos, a 2 horas de Havana, e em 3 dias (início do Governo JFK) acabaram destroçados pelas forças de Fidel.
Não se pode comparar John Kennedy a Trump e muito menos Castro a Díaz-Canel, cuja aprovação deve ser menor que a do demônio num mosteiro. Porém, a situação de Cuba, 65 anos depois, é de fazer a casa do capeta parecer a Praia de Varadero, a Copacabana caribenha. Nada lá presta na administração. Durante algumas décadas, a esquerda mundial fechava os olhos às atrocidades do regime e, quando o assunto entrava em pauta, valia-se de parlapatices sobre educação, saúde e esportes da ilha. Nada lá presta, repita-se. Nem as faculdades, os hospitais, o boxe, o vôlei.
Até a debacle do comunismo na Europa, a União Soviética sustentou a ditadura cubana, como esta Terra de Santa Cruz no início deste século manteve regimes de exceção na África. Dos anos 1990 para agora, Cuba dependeu de espasmos de admiradores de Fidel que ascendiam ao poder, da Alemanha Oriental à Rússia, da Venezuela ao…? Acertou quem respondeu Brasil.
Com o rico dinheirinho do BNDES negado aos microempresários cobertos de dívidas de Roraima ao Rio Grande, o castrismo construiu o Porto de Mariel. Aliás, rico dinheirão: R$ 2 bilhões e 300 milhões em 2009, mais de R$ 6 bilhões atualizados. Outros R$ 7 bilhões foram entregues ao regime castrista pelos Mais Médicos, que fingiam atender transformando UPA em EPA! O governo brasileiro fingia que pagava para eles e Raúl, irmão de Fidel, embolsava a maior parte. Em 2018, a esquerda perdeu no Brasil, mas ganhou no México, que se encarregou dos fingimentos.
A nova presidente da Venezuela permitida por Trump, Delcy Rodríguez, cortou a ajuda à ilha. Então, o horror ganhou novos contornos, inferno não é bem o termo, por ser leve. Está na hora de embarcar Miguel no Air Force One e, junto, Trump içar a própria popularidade.
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