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Fernanda Barros A próxima disputa das fintechs não será por tecnologia, mas por confiança

Fernanda Barros A próxima disputa das fintechs não será por tecnologia, mas por confiança
Avanço dos pagamentos internacionais acelera mudanças regulatórias e transforma o mercado de câmbio digital. Leia o artigo no Poder360.

Resumido por Omeloton IA:

O mercado de remessas e pagamentos internacionais foi democratizado pelas fintechs, reduzindo custos e aumentando a transparência. Segundo o Banco Mundial, os fluxos globais para países de baixa e média renda atingiram US$ 685 bilhões em 2024, superando investimentos estrangeiros diretos em várias economias emergentes.

A consultoria McKinsey projeta que o mercado poderá ultrapassar US$ 3 trilhões em receitas anuais, impulsionado pela digitalização e pelo crescimento das transações transfronteiriças. O aumento do volume digital trouxe maior atenção regulatória para prevenção de fraudes, lavagem de dinheiro e proteção dos usuários.

O FMI destaca a necessidade de modernizar a supervisão para equilibrar inovação e estabilidade. No Brasil, o Banco Central exige maior governança, rastreabilidade e gestão de riscos das empresas digitais. Pesquisa da PwC (maio/2026) mostra que segurança, proteção de dados e confiança superam velocidade e conveniência como fatores de adoção.

Compliance deixa de ser custo operacional para se tornar vantagem competitiva estratégica, permitindo crescimento seguro e sustentável.