Cerca de 50 mil pessoas que entraram na cidade espanhola de Ceuta, na última quinta-feira (30), já voltaram para o Marrocos, de acordo com as autoridades locais. No entanto, quem decidiu continuar no local segue sofrendo com a superlotação do abrigo de acolhimento.
PublicidadeImigrantes em praia de Ceuta Foto: Reprodução/Redes Sociais
CLIQUE AQUI PARA RECEBER NOSSA NEWSLETTER
Sem lugar para ficar, dezenas de pessoas estão dormindo na praia. A polícia delimitou um trecho da areia e mantém o grupo sob vigilância constante. A decisão de manter os imigrantes nessa área demarcada causou revolta e gerou confrontos entre eles e os agentes.
Leia também: Mais de um em cada quatro moradores de Novo Hamburgo vive em área potencialmente exposta a desastres, aponta diagnóstico do Estado
Falta de estrutura e volta para casaA falta de ajuda e de estrutura já era um problema no território antes mesmo da entrada em massa da semana passada.
PublicidadeSem ter onde dormir e com o comércio totalmente fechado por medo de saques, muitos marroquinos que atravessaram na quinta-feira (30), ficaram pouco mais de 24 horas na Espanha e decidiram voltar para casa.
No sábado (1), militares escoltaram vários desses imigrantes de volta até a fronteira. Além disso, uma barreira flutuante foi instalada no mar para evitar novas travessias pela água.
CLIQUE AQUI PARA FAZER PARTE DA COMUNIDADE DE NOVO HAMBURGO NO WHATSAPP
Publicidade VEJA VÍDEO:Imigrantes que seguem em Ceuta dormem em praia vigiada pela políciaAssista a este vídeo no YouTube
PublicidadeCategorias Mundo Tags ceuta CONFRONTO crise migratória espanha imigrantes marrocos migrantes NOTÍCIAS praia superlotação Publicidade PublicidadeTodo conteúdo