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Família de adolescente quer a pena de morte para o rapper D4vd

Família de adolescente quer a pena de morte para o rapper D4vd
A família da adolescente morta pelo rapper D4vd declarou que apoiaria a pena capital caso ele seja condenado pela morte de Celeste.

A família da adolescente Celeste Rivas Hernández, morta pelo rapper D4vd, solicitou formalmente a pena de morte para o cantor. E isso, caso ele seja condenado pelo assassinato da menor.

Nesse sentido, o comunicado oficial veio a público em 6 de setembro, exatamente um dia antes do que seria o 16º aniversário da vítima.

Em declaração à imprensa, os familiares descreveram David Anthony Burke, como alguém “desprovido de sentimentos, vazio por dentro e sem consciência”. Dessa forma, expressaram apoio irrestrito à pena capital, embora reconheçam que a determinação final cabe exclusivamente aos tribunais e às leis do estado da Califórnia.

Em paralelo, o Promotor de Los Angeles, Nathan Hochman, informou aos repórteres que ainda avalia se solicitará formalmente a execução do réu de 21 anos.

Cronologia do crime e acusações legais

O caso veio à tona em 8 de setembro de 2025, quando autoridades localizaram os restos mortais de Celeste em estado de decomposição no porta-malas de um veículo Tesla de propriedade do cantor, apreendido em um depósito municipal de Los Angeles.

Meses depois, o rapper acabou detido em abril de 2026. Segundo a denúncia do Ministério Público, Burke deu golpes fatais com faca contra a adolescente logo após ela ameaçar expor a relação íntima ilegal que mantinham. Isso arruinaria sua carreira na indústria musical.

De acordo com as apurações policiais, a aproximação entre ambos teve início em 2022, momento em que a jovem tinha apenas 11 anos. Posteriormente, o vínculo transformou-se em um relacionamento sexual contínuo quando ela completou 13 anos e o artista já havia atingido a maioridade, aos 18.

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Acusações formais

Diante do quadro probatório, D4vd responde por homicídio em primeiro grau com três agravantes cruciais: emboscada (lying in wait), motivação por benefício financeiro e queima de arquivo com a morte de testemunha.

Além desses agravantes, pesam contra ele denúncias severas de prática de atos libidinosos com menor de 14 anos e profanação de restos mortais.

Em desdobramento recente, ocorrido em 27 de julho, o magistrado responsável concluiu que a promotoria reuniu elementos de convicção sólidos para submeter o réu a júri popular, encerrando uma audiência preliminar de cinco dias.

Apesar da decisão, a Justiça local ainda não estipulou uma data exata para a abertura oficial do julgamento.

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