Resumido por Omeloton IA:
O Quênia enfrenta crises, mas a execução de prisioneiros foi suspensa desde 1987. No entanto, o julgamento do líder da seita seita do jejum, Paul Mackenzie, após a morte de mais de 400 pessoas, incluindo 190 crianças, levanta a possibilidade de uma possível mudança na legislação.
Mackenzie, que radicalizou o grupo, incentivava o jejum e a rejeição de escolas, medicina moderna e hospitais. O grupo, que se armando e se radicalizando, cometeu crimes entre 2021 e 2023, justificando-os com trechos da Bíblia. Centenas de corpos foram encontrados na área ocupada pela seita, perto de Malindi, e a Comissão Nacional de Direitos Humanos do Quênia estima que o número de mortos chegou a 429 em 2024.
O promotor do Quênia pede pena máxima para Mackenzie e seus 28 corréus.